sexta-feira, 23 de março de 2012

Forbes: U.S. Investors Commit Nearly $1 Billion To Brazilian Real Estate In New Fund

http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2012/03/21/u-s-investors-commit-nearly-1-billion-to-brazilian-real-estate-in-new-fund/

Gringos ainda acreditando em lucro no mercado imobiliário do Rio e Sampa.
It wasn’t that hard to convince 24 investors, most of them institutions, to commit a total $810.2 million to Brazilian real estate projects in São Paulo and Rio de Janeiro states.  With that under their belts, GTIS Partners, a global real estate investment firm, just raised the largest amount of funding by any foreigners buying Brazilian properties.
GTIS Partners in New York City closed its newly created GTIS Brazil Real Estate Fund II on February 24. Many of the investors are the same ones that bought into their first fund, the GTIS Brazil Real Estate Fund I, which managed to raise $510 million in the crisis years of 2008-2009.  All told, GTIS has raised around $2.3 billion in private equity capital since its inception in 2005.
As a result, the New Yorkers now run the largest real estate dedicated private equity fund in Brazil.
Josh Pristaw, Senior Managing Director of GTIS said, “Real estate investment opportunities that we are focused on in Brazil are also being driven by many macro drivers in Brazil including the upcoming 2014 World Cup and 2016 Summer Olympics.”
So far, the fund has spent about 30% of those commitments on a warehouse and residential project in São Paulo and one brand new commercial property in Rio de Janeiro (pictured).  It’s got about $250 million more worth of projects on the drawing board, and still under negotiations.
“It’s mostly all new construction,” said Tom Shapiro, president and founder of GTIS. “Investors are sold on the cap rate. Plus margins on selling the properties are still very good. You will get more than what you put into Brazilian real estate,” he said. The cap rate, or capitalization rate, is used to estimate an investor’s potential return by dividing the income the property will generate after fixed costs and variable costs by the total value of the property. Shapiro put the cap rate above 16%.
Leases in Brazil are linked to the core inflation index every three years. There is also low vacancy rates in Brazil as the country continues to grow up from its humble days as a poor country. World class cities like São Paulo still don’t have a lot of class A commercial buildings like the U.S., Europe or even Asia.  Smaller sections in São Paulo have steel and glass structures, but most of Brazilian buildings are built brick by brick. Companies moving to Brazil, or upgrading, are going to want newer architecture.
GTIS recently acquired a couple of sites located side by side near Rio’s port and will build around 400,000 square feet of new class A office space starting next year.   The building is expected to cost around $150 million.
Shapiro’s fund is closed to investors.
Retail investors interested in Brazilian real estate don’t have a lot of products to chose from.  Brazilian residential builder Gafisa (GFA) is liquid, and highly volatile. Other residential names like PDG Realty or commercial properties like BR Malls are only listed on the BM&F Bovespa exchange.  International real estate mutual funds like Alpine International Real Estate (EGLRX) are heavily weighted towards Brazilian developers and real estate investment trusts but not a pure play Brazil fund.
Abs

segunda-feira, 19 de março de 2012

Leilões de imóveis no Rio

http://leiloesrj.com.br/

Algumas coisas:

Rua das Laranjeiras a 180k, Rua São Clemente a 130k e outras coisas. Na página principal não fala tamanho ou maiores detalhes, precisa se cadastrar.

Muitas vezes esse é um valor de avaliação feito há anos e atualizado somente pela inflação, ou seja, com uma tremenda defasagem em relação ao preço atual de mercado (mesmo comparando ao preço de venda e não o de anúncio). Na prática, na hora do leilão, as pessoas levaraão em conta o valor atual, acredito.

Abs

quarta-feira, 14 de março de 2012

E a crise no setor imobiliário?

No ano:
Ibovespa +16%
IMOB +20,5%

Eztec (sempre ela) +36%
Até a Gafisa, +30%

Update especial para o M**: quem conseguiu interpretar isso como uma recomendação de compra, é mais burro criativo do que eu pensava. :)

Abs

terça-feira, 6 de março de 2012

Fipe-Zap de fevereiro/2012

Saiu o Fipe-Zap de fevereiro.

http://www.zap.com.br/imoveis/fipe-zap/

Direto ao ponto (pra quem é do Rio):

  • Zona Sul A estagnada há uns 6 meses;
  • Zona Sul B ainda sobe, sem o vigor anterior;
  • Barra e Recreio a todo vapor (correndo atrás do prejuízo em relação à Z Sul?);
  • Jacarepaguá/Freguesia também subindo com força (mesmo motivo do anterior, mas em relação à Tijuca?);
  • Tijuca/Méier ainda subindo, mas perdendo força.

Abs

segunda-feira, 5 de março de 2012

Recreio a 2,8k por m2? Como? Construindo.


Garimpado no bolha, comentário de um usuário denominado Rodrigo:

"Terreno no Recreio por 1600K, gabarito de 3 andares mais um (laje), dá para construir 8 unidades, 4 de frente mais 4 de fundos com 100m2, mais 2 coberturas com direito a laje 250m2.
Só juntar 10 famílias comprar o terreno e levantar o prédio a preço de custo… e quem sabe depois vender… de quebra os últimos andares tem vista para o Parque e da Pedra do Tim Maia."

Link do anuncio:
http://www.martinelliimoveis.com.br/imovel_detalhe.asp?id=3585

Continhas de padeiro: cada ap. custaria 160k de terreno, mais 100m2 x 1,2k/m2 de construção (CUB residencial alto padrão R8, Sinduscon-RJ), daria uns 280k, ou 2,8k/m2, exatamente a metade dos 5,6K que se pede hoje na região.

Claro que falta custo de documentação, projeto, etc. Mas a grosso modo o custo do imóvel no mercado está bem discrepante do custo de reposição, conforme já demonstrou há algum tempo o prof. João da Rocha Lima, em uma das cartas.

Abs

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Mais sobre prestação e inflação

Pequena conta pós-carnaval, continuação deste post.

Conforme mostrado no post, a prestação em 30 anos cai 8,83% a.a. em termos reais, o que dá 38% em 5 anos.

Ou seja, uma parcela que começou em 30% do salário, em apenas 5 anos já está em cerca de 19%...
E 12% em 10 anos...

O diabo não é tão feio quanto se pinta.

Isso mostra que a compra de imóvel há uns 2-3 anos atrás foi numa condição rara, preços (ainda) baixos, uma economia em boa saúde, salários relativamente altos e desemprego baixo, e o melhor de tudo uma TR baixinha nesse período fazendo a prestação derreter que nem gelo no sol,

Obs.: desemprego e/ou aumento repentino da TR fazem um estrago nesse cenário. Reajuste salarial acima da inflação melhora.

Abs

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Arrecadação de ITBI no Rio mostra aumento de 19% em 2011

Continuação deste post, agora com dados de todo o ano de 2011:


Infelizmente é um dado "bruto", somente o total de arrecadação no município, não fala em quantidade de transações, e muito menos a estratificação por regiões administrativas ou bairros, o que é um absurdo, dado que é um dinheiro que sai do bolso do contribuinte, que tem o direito de ter acesso a esse tipo de informação.

Sem isso tudo vira achismo, não dá pra saber se os negócios "migraram" pra bairros mais baratos, pra imóveis menores, etc.

Abs

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Prestação vs inflação



Na falta de assunto, uma continha:

A prestação de imóvel (SAC) cai o equivalente a 1/n por mês, onde n = numero de meses.

Logo, cai 1/360 por mês, e 1/30 por ano, ou seja 3,33%. A TR puxa pra cima cerca de 1% por ano (ultimamente, nada garante que vá continuar assim ad eternum...).

No final das contas a prestação cai 2,33% a.a., enquanto a inflação foi 6,5%, o dissídio em média mais do que isso, o que dá em termos reais uma prestação 8,83% "mais leve" por ano, ou mais.

E os aluguéis? Bem, +19,9% em 12 meses falam por si só...

É, parece que a tal da "maldição" do financiamento não é tão ruim assim, vista por esse ângulo.

Abs

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Valor: FIIs balanço de 2011

http://www.almeidabugelli.com/clipping/?p=9200

Por Luciana Monteiro | De São Paulo| Valor Econômico
Pode-se dizer que 2011 foi um ano em que os fundos imobiliários se consolidaram como uma alternativa de investimento. Os números mostram que, no ano passado, essas carteiras movimentaram R$ 912,46 milhões na bolsa – crescimento de 140% ante o volume de R$ 379,09 milhões registrado em 2010. O total de negócios também cresceu exponencialmente: foram 77.075 transações na bolsa em 2011 para 24.983 negócios em 2010, alta de 208%. O ano de 2011 encerrou com 66 fundos imobiliários registrados e autorizados a negociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa.
Ao se observar a rentabilidade dessas carteiras no ano passado, vê-se que muitos investidores têm motivos para comemorar. Levantamento da Uqbar Educação & Informação Financeira mostra que há casos de carteiras com retorno acima de 50% – considerando-se a valorização da cota na bolsa e retornos mensais distribuídos aos investidores. Mas atenção: caso o investidor decida comprar agora a cota, terá um retorno proporcionalmente menor, já que terá adquirido a cota por um valor mais alto.
Os ganhos, em média, superam a passos largos a variação de 11,60% do CDI no período, enquanto o Ibovespa teve queda de 18,11%. Vale ressaltar que o estudo considera apenas os portfólios com histórico completo em 2011, ou seja, desconsidera o desempenho dos fundos lançados durante o ano passado.
Ao observar o retorno das carteiras, entretanto, fica evidente que o investidor deve ficar bastante atento ao tipo de fundo na qual aplica, já que há casos de perdas superiores a 38% no ano (ver reportagem abaixo). Nesse caso, são normalmente portfólios que distribuíram ganhos mais modestos aos cotistas e, com isso, tiveram desvalorização de suas cotas em bolsa.
Entre os campeões de rentabilidade, há fundos dos mais diversos tipos – aqueles que investem em escritórios, flats, shoppings ou apenas em papéis imobiliários. No topo da lista entre os mais rentáveis, com 57,46% de ganho, aparece o fundo BB Progressivo. Administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF), trata-se de uma carteira que aplica em dois prédios nos quais funcionam o Banco do Brasil, um em Brasília e outro no Rio. “E essas são duas praças em que ocorrem atualmente grandes valorizações dos imóveis comerciais”, avalia Vitor Hugo dos Santos Pinto, gerente nacional de fundos para o setor imobiliário da Caixa.
Para o executivo, a valorização da cota no mercado secundário mostra que o investidor é capaz de identificar a aplicação na qual o locatário tem baixo risco de crédito. Segundo Santos Pinto, no ano passado, houve renegociação de contratos e o reajuste foi, em média, de 30% no valor dos aluguéis.
O retorno médio dos fundos imobiliários, de 13%, obtido em 2011 supera o CDI, mas está abaixo do ganho médio de 20% registrado no ano anterior, ressalta Pedro Junqueira, sócio da Uqbar Educação & Informação Financeira. Isso é uma indicação de tendência desse mercado, de retornos talvez não tão altos, visto que há uma desaceleração no mercado imobiliário, avalia o executivo. Houve, no entanto, sinais claros de aumento de liquidez em 2011 e mais de 20 fundos foram lançados.
E a perspectiva é bastante favorável para o setor. A queda da taxa básica de juros favorece a captação em fundos imobiliários, diz Santos Pinto, da Caixa. “Vemos também um amadurecimento dos investidores de varejo e institucionais na aplicação em fundos em relação à aquisição direta de um imóvel, já que as vantagens dos fundos estão mais evidentes”, afirma o executivo, lembrando a isenção de imposto de renda sobre os ganhos e a exigência de tíquetes menores.
Com retorno de 46,5%, o fundo Hotel Maxinvest é uma carteira formada por flats e que aproveitou o aquecimento do setor no ano passado para realizar alguns desinvestimentos, conta Vítor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages, líder no segmento de fundos imobiliários. Lançado em 2008, o fundo começou a comprar flats justamente num momento em que havia uma superoferta e os preços tinham despencado. “Com a economia crescendo, a recuperação do setor viria e agora vendemos justamente no momento de alta”, afirma.
Outras carteiras a trazer alegrias aos investidores foram a Edifício Almirante Barroso, com retorno de 38,5% em 2011, e a Torre Almirante, com rentabilidade de 31,6%, segundo os dados da Uqbar. No primeiro caso, trata-se de um fundo que abriga a sede da CEF no Rio. No segundo, está um dos prédios que abrigam a Petrobras, também na capital carioca. “Os investidores deram um prêmio adicional às duas carteiras por conta da qualidade dos inquilinos e pela escassez elevada de imóveis no Rio”, avalia Bidetti.
Já o Brazilian Capital Real Estate Fund I – que encerrou 2011 com rentabilidade de 33,9% – mantém em carteira 13 prédios de escritório. O regulamento da carteira prevê a retenção de parte dos recursos para futuras aquisições. Em dezembro do ano passado, entretanto, o fundo aprovou em assembleia o aumento da distribuição de rendimentos, que passou de 8% ao ano sobre o valor de emissão da cota para 10% ao ano, a serem pagos partir de janeiro deste ano. A previsão inicial do fundo era atingir essa distribuição em 2014. O fundo mantém a meta de retorno de 15% ao ano a partir de 2015.
A percepção de baixo risco do locatário também trouxe ganhos extras ao fundo Caixa Cedae, avalia Santos Pinto, da CEF. Lançado em março de 2010, a carteira teve como objetivo levantar recursos para viabilizar a construção de um edifício na cidade do Rio para posterior locação para a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) pelo prazo de dez anos.
Outra carteira com retorno acima de 29% é a Excellence, primeiro portfólio lançado composto por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Para Bidetti, da Brazilian Mortgages, o mercado de fundos de CRIs deverá crescer em 2012. “Cada vez mais, a caderneta de poupança caminha para um esgotamento [para o financiamento de empreendimentos imobiliários]“, diz. “E o sucessor natural está justamente na securitização, portanto, haverá mais volume de CRIs e, consequentemente, de fundos que aplicam nesses papéis.”
Um exemplo desse interesse está justamente na Santander Asset Management. Na semana passada, Luciane Ribeiro, diretora-executiva da gestora, informou que pretender entrar na área de fundos imobiliários neste ano. Segundo ela, a carteira deverá ser composta por títulos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Inicialmente, a ideia é distribuir o fundo entre os investidores de alta renda do segmento private. O portfólio deverá captar entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões.
Dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostram que, no ano passado, as ofertas registradas de cotas de fundos imobiliários somaram R$ 7,6 bilhões. O total é inferior aos R$ 9,8 bilhões de 2010 – embora muitas ofertas tenham sido registradas naquele ano, algumas não chegaram a ir a mercado. Já em 2009, o volume registrado na autarquia foi de R$ 3,5 bilhões.
 Abs

domingo, 29 de janeiro de 2012

Bulle Immobiliere


"Índice de preços da habitação
em relação ao rendimento disponível por família"


Do fórum sobre a possível (ou provável?) bolha imobiliária francesa, especialmente parisiense:
http://www.bulle-immobiliere.org/drupal/content/voeux-2012-0

Como sempre, tentam comparar um gráfico de preços com aquele famoso gráfico genérico de bolha...

Interessante notar que já seria a segunda bolha, em um período bem curto (em se tratando de imóveis), de menos de 30 anos. A primeira foi (dados de Paris):
1985-91 (6 anos) subida de aprox. 100%
1991-98 (7 anos) queda de aprox. 40%

A subida atual (mais de 150%) vem desde o fim da bolha anterior (1998), portanto 14 anos de subida com apenas um soluço em 2008. Duas bolhas emendadas sem intervalo, deve ser um caso único no mundo.

Olhando a fonte do gráfico (http://www.cgedd.developpement-durable.gouv.fr/prix-immobilier-1200-2012-r138.html) dá pra achar coisas interessantes, como por exemplo, preços desde o ano 1200 (!!!), coisa que não se vê todo dia:

Pra quem, como eu, entende "bulhufas" de francês, use o Google Translator.

Abs

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Evidência anedótica do crescimento de preços no Rio, via ITBI

Só pra constar:
Um mesmo imóvel (de um familiar), avaliado pela prefeitura do Rio para fins de ITBI em dez/2010 em 320k, estava avaliado em 424k em dez/2011.

32,5% de valorização no ano, em linha com o Fipe-Zap no período (34,9%).

Abs

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Raio-X construtoras: preto no branco

Meio que pra dar um basta no disse-me-disse que envolve o setor, tá aí os números, tirados do Fundamentus (busca avançada, filtrar por setor Construção e ordenar por Patr. Líquido)



Em vermelho:

- na coluna P/L as que estão "menos atrativas" que a Selic hoje (10,5%), ou seja, que tem o P/L maior que 9,5 (inverso de 10,5%)

- No P/VPA (Preço sobre Patr. Líquido): à primeira vista deveria ser não maior do que 1, mas uma empresa que custasse o mesmo que seu patrimônio seria um "peso morto", uma empresa que não tem capacidade de aumentá-lo, e qualquer empresa saudável tem. Por isso vou considerar P/VPA acima de 1,5 como ruim. Quanto mais saudável a empresa é natural esse cara ser maior mesmo.

- No ROE (retorno sobre o Patr. Líquido), as que estão rendendo menos que a Selic. Teoricamente uma empresa que não consegue remunerar o seu $ a uma taxa Selic + prêmio de risco não tem razão de existir.

- Liquidez Corrente: Ativo Circulante/Passivo Circulante, ou seja, o que tem a receber dividido pelo que tem a pagar no curto prazo (360 dias), se for menor do que 1, melhor prender a respiração...

E tem mais 1 trilhão de informações relevantes que dá pra tirar desses números, o que eu peguei de cara com meus parcos conhecimentos de análise fundamentalista foi só isso mesmo por enquanto.

Comentários são muito bem vindos, como sempre.

Atenção:
- dados do 3T2011, pois o 4T ainda não saiu (pelo menos as que eu vi)
- tem outras misturadas além de construtoras residenciais/comerciais, tipo Material de Construção, Construção Pesada, etc.

Abs

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Global Property Guide: Guia de investimento em imóveis

Guia de investimento em imóveis no Brasil, para gringos:

http://downloads.globalpropertyguide.com/downloads/brazil.pdf

Um pouco desatualizado (aparentemente é do início de 2011), mas tem umas infos interessantes e resumidas sobre a situação geral do país, taxação, custos, relação com inquilinos, como é o modo de vida (em todos os estados).

Enfim, pode ser útil para alguém.

Abs.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Slideshow Fipe

Interessante apresentação da Fipe, comparando o índice deles com outros pelo mundo, e mostra uns dados de como se deu a alta nos últmos anos:

http://xa.yimg.com/kq/groups/11875164/1782950412/name/FipeZap_Presentation.pdf

Comentários rápidos:
pág 31: em menos de 4 anos o m2 no Rio passou de 3 para 7,5 (!!!) vezes a renda mensal de um trabalhador típico. São Paulo de pouco abaixo de 4 para 6...

pág 28: demografia, número de famílias aumentando e habitantes por residencia diminuindo.

Abs

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Escassez de imóveis para alugar é a maior em 10 anos

http://estadao.br.msn.com/economia/escassez-de-im%C3%B3veis-para-alugar-%C3%A9-a-maior-em-10-anos

A forte procura por imóveis residenciais e comerciais para alugar fez a taxa de vacância recuar para o menor nível dos últimos dez anos em 2011 e o valor do aluguel explodiu. Os imóveis mais procurados no mercado de locação residencial são apartamentos de um e dois dormitórios. No segmento comercial, áreas para escritórios no Itaim, em São Paulo, e no Leblon, Rio de Janeiro, são as mais cobiçadas.
Atualmente, o aluguel de escritório no Rio já supera o de Nova York afirma a gerente de pesquisa da Cushman & Wakefield South America, Mariana Mokayad Hanania. Uma pesquisa feita pela empresa mostra que o valor do aluguel do metro quadrado no polo de escritórios no Rio, que inclui a zona sul, centro e orla, é de US$ 69,4. Em Nova York, na região de Midtown, próxima do Central Park, US$ 62,6.
O terceiro lugar desse ranking das regiões com aluguel comercial mais alto, à frente de Washington, também é ocupado pelo Brasil. Só que pelo polo de escritórios de São Paulo, que inclui áreas nobres como Paulista, Jardins, Faria Lima, Chácara Santo Antônio, entre outras. Nessa região, o preço do metro quadrado está em US$ 60,3.
Segundo Mariana, fazia tempo que São Paulo não tinha elevação tão forte no preço dos aluguéis de escritórios; fenômeno frequente no Rio porque a oferta de escritórios é restrita. O preço médio do aluguel do metro quadrado de edifícios classe A no principal polo de escritórios de São Paulo, que inclui Paulista, Jardins, Faria Lima, Itaim, Vila Olímpia, Berrini, Chácara Santo Antônio e Marginal Pinheiros, atingiu R$ 111,8, no terceiro trimestre de 2011. A alta é de 22,6% em relação a igual período de 2010 e de 4,3% ante o segundo trimestre de 2011.
O preço médio mais elevado do metro quadrado de escritórios classe A em São Paulo é o da Faria Lima (R$ 146,3) e o índice de vacância mais baixo é o do Itaim (0,9%), aponta a pesquisa da Cushman & Wakefield.
'Hoje a taxa de vacância atingiu o recorde de baixa em todos segmentos', diz Roberto Perroni, presidente da Cyrela Commercial Properties (CCP), especializada em escritórios, shoppings e galpões. No caso de escritórios, ele cita a taxa média de vacância, que leva em conta os imóveis vagos em relação ao total de imóveis alugados ou não, calculada pela CB Richard Ellis. Em São Paulo, esse índice médio foi de 4,2% no terceiro trimestre de 2011 e de 3,1% no Rio.
Também em shoppings há escassez de lojas para locação. Pesquisa nacional da Associação Brasileira de Shopping Centers mostra que a taxa de vacância chegou a 3,7% em setembro de 2011, um dos resultados mais baixos dos últimos 12 meses. Em dois shoppings da CCP, que serão entregues em 2013, mais de 70% das lojas já estão alugadas.
Supermercado
Na opinião do consultor de locação do Secovi, o Sindicato da Habitação, Cícero Yagi, o principal fator que elevou o preço do aluguel e fez recuar a taxa de vacância foi o descompasso entre a oferta para locação muito abaixo da demanda.
No caso dos escritórios, Yagi conta que contratos novos estão sendo fechados com reajuste de 30%, superando de longe a inflação, que fechou 2011em 6,5%, de acordo com o IPCA, e em 5,1%, segundo o IGP-M. Perroni, da CCP, chegou, nos últimos meses, a obter alta de 45% no preço dos aluguéis por ocasião de revisões que acontecem a cada três anos em contratos antigos.
Nos imóveis residenciais com um e dois dormitórios, os aumentos também são fortes e beiram a 20%, para novos contratos. A taxa de vacância é de 10%, considerada baixa. A vacância normal oscila entre 15% e 20%.
Mas, ao que tudo indica, esse quadro mais apertado entre demanda e oferta de imóveis para alugar deve ter um certo alívio neste ano para o segmento de escritórios, prevê Yagi. Com a oferta prevista de 300 a 400 mil metros quadrados novos de áreas de escritórios em São Paulo por ano a partir de 2012, deve ocorrer uma subida na taxa de vacância. Já no segmento residencial, o consultor acredita que o aumento da oferta não será suficiente para conter os aluguéis no curto prazo.

Abs

domingo, 8 de janeiro de 2012

Pesquisa Ibope de Imóveis Residenciais



Mais do mesmo. Pesquisa com preços de anúncios de venda, em quatro capitais (Rio, Sampa, Poa e Recife). Preços médios/m2 e porcentagens de aumento aproximadamente em linha com o Fipe-Zap.

Um diferencial é ter as médias mínimas e máximas (primeiro e último decis da amostra).

Tem tb o numero total de domicílios e o % de vagos (dados do Censo 2010) e o total de novos imóveis previstos para 2011 (a pesquisa é de outubro do ano passado).

Link:
http://www.ibope.com.br/download/relatorio_precos_imoveis.pdf

Abs